Rádio-TV Coletiva Portal Rocinha

A favela que liga o Mundo

Introdução

A COMUNICAÇÃO ROCINHA PERTENCER é um projeto coletivo de comunicação que será desenvolvido nos formatos de rádio/podcast, lives e vídeos no YouTube, de modo a refletir e comunicar as ideias do coletivo proponente com os anseios da comunidade da Rocinha, das favelas e da cidade. A rádio será um espaço de comunicação de informações sobre a Rocinha, narrativas ambientais e campanhas de utilidade pública, bem como de entretenimento, música, arte, dança e teatro. Isto é, a proposta é gestar um espaço multicultural com entrevistas ao vivo e/ou gravadas, notícias, debates, rodas de conversa com moradores e convidados sobre assuntos de grande interesse e repercussão, além de promover reportagens externas ao vivo ou gravadas que mostrem a Rocinha e o dia a dia de seus moradores. O projeto irá também ser um ponto de referência educacional nos estudos de mídia. A proposta se fundamenta numa perspectiva de educação ambiental e popular, com foco na segurança humana e nesse sentido será também um local onde jovens da comunidade possam frequentar periodicamente cursos livres de comunicação em celular, TV, rádio que resultarão em conteúdos que serão distribuídos pela Rádio TV Portal Web. Tais conteúdos e atividades buscarão apoiar cursos de formação de brigadistas socorristas, defesa civil comunitária e agente ambiental comunitário, visando prioritariamente à preservação do Parque Ecológico da Rocinha e a conservação do meio ambiente.

Ações relacionadas à prevenção de desastres são consideradas prioridades nas agendas públicas brasileiras, conforme elucidado na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil. Como objetivos dessas ações, destaca-se a orientação das comunidades a adotar comportamentos adequados de prevenção e de resposta em situação de desastre e promover a autoproteção (BRASIL 2012).  A presente proposta se insere numa nova abordagem relacionada à redução de riscos comunitários, baseada nas questões subjacentes às diversas dimensões dos desastres. Atualmente com o documento Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015- 2030 (UNISDR, 2015), as práticas de prevenção do risco de desastres precisam ser multissetoriais e orientadas, devendo ser inclusivas e acessíveis e com uma abordagem mais ampla centrada nas pessoas.  

Vivemos em um tempo que já temos clareza de que as transformações necessárias para se viver, de acordo com parâmetros dignos, requerem esforços de toda a sociedade.  Neste sentido, a presente proposta alinha-se às dimensões do conceito de Segurança Humana (PNUD-ONU 1994) e aos indicadores dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), documentos estes, direcionadores dos principais desafios sociais, econômicos, ambientais a serem enfrentados. (IPEA, 2018), a saber:

ODS 8 – TRABALHO DECENTE E CRESCIMENTO ECONÔMICO

8.9 – Até 2030, elaborar e implementar políticas para promover o turismo sustentável, que gera empregos e promove a cultura e os produtos locais.

ODS 11 – CIDADES E COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS

11.3 Até 2030, aumentar a urbanização inclusiva e sustentável, e as capacidades para o planejamento e gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis, em todos os países.

11.7 Até 2030, proporcionar o acesso universal a espaços públicos seguros, inclusivos, acessíveis e verdes, particularmente para as mulheres e crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência.

11.a Apoiar relações econômicas, sociais e ambientais positivas entre áreas urbanas, periurbanas e rurais, reforçando o planejamento nacional e regional de desenvolvimento.

11.b Até 2020, aumentar substancialmente o número de cidades e assentamentos humanos adotando e implementando políticas e planos integrados para a inclusão, a eficiência dos recursos, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, a resiliência a desastres; e desenvolver e implementar, de acordo com o Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015-2030, o gerenciamento holístico do risco de desastres em todos os níveis.

ODS 16 – PAZ, JUSTIÇA E INSTITUIÇÕES EFICAZES 

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis.

Justificativa

A motivação do projeto surge devido à falta na comunidade da Rocinha de uma rádio TV portal comunitária de uso sistemático, que verse sobre temáticas ambientais e de utilidade pública com alcance via internet para todo o planeta. Com uma população com mais de 101 mil moradores, após pesquisa prévia, constatou-se a necessidade de um projeto de comunicação com foco no morador, ou seja, uma rádio TV portal que possa interagir com o dia a dia da população da favela, mostrando seus dramas, anseios e reivindicações, mas também suas potências e forças, focando-se principalmente em produzir um espaço  para os jovens. Essa proposta se faz ainda mais necessária atualmente pois estamos diante de um importante momento histórico de grandes mudanças sociais, econômicas, culturais, climáticas e alterações do meio ambiente local, regional, nacional e internacional. Os moradores da favela da Rocinha, bem como de outras favelas e o mundo, precisam estar atualizados e saber o que se passa, o que será provido pelo projeto por meio dos serviços de educação ambiental, popular e comunicação atuante na comunidade. A educação ambiental popular (EAP) alinha ensinamentos de uma educação baseada na perspectiva local com a formação de sujeitos aptos à atuar no sentido da justiça socioambiental, oferecendo as bases para uma transformação para a sustentabilidade diretamente relacionada a quem vive a realidade ambiental que se tem como foco para a mudança.

De forma transversal a todas as atividades que serão realizadas pelo projeto têm-se a perspectiva de combate as injustiças socioambientais e um tipo específico de ameaça ao bem-estar da população que são as violências lentas, isto é, violências que ocorre gradualmente e longe da vista, uma violência de destruição retardada que se dispersa no tempo e no espaço, uma violência de desgaste que não é vista como violência”. A violência, sem o adjetivo lenta, é normalmente compreendida como eventos ou ações intensas e que, assim, têm o potencial de chamar imediatamente a atenção pela sua espetacularidade. Já a violência lenta por se manifestar de forma contínua e invisibilizada não gera necessariamente ou imediatamente efeitos imagéticos que possam, assim, chamar a atenção pública para o que está ocorrendo, como os desmatamentos e a emergência climática. Como forma de mitigação e prevenção dos efeitos nocivos das violências lentas o presente projeto busca produzir visibilidades e vozes para os anseios da comunidade da Rocinha.  Em uma época em que as políticas públicas, quase sempre, respondem somente a necessidades vistas como imediatas e a grande mídia não reservar muito interesse as violências lentas, o projeto proposto aqui faz-se ainda mais necessário pois buscar lidar com os desafios narrativos e representativos para que essa forma de violência seja encarada de maneira mais evidente e urgente. A pergunta que se propõe responder é: como é possível evidenciar as violências lentas transformando-as em histórias dramáticas o suficiente para despertar o sentimento público e justificar a intervenção política?

Como forma de abordar essa questão este projeto segue a trilha de outros atores e organizações socioambientalistas contemporâneas que cada vez mais investem e produzem conteúdos baseados em narrativas ambientais para o universo da internet e das plataformas. Entende-se narrativas ambientais aqui como narrativas que sejam capazes de evidenciar catástrofes ambientais na sua complexidade e continuidade, em suas dimensões políticas, econômicas, sociais, culturais e ecológicas, e pautá-las junto a sociedade, mas que também sejam capazes de potencializar as visões das populações locais, formas de planejamento e desenvolvimento sustentável e democrático que previnam ou mitiguem, dessa maneira, os efeitos nocivos das violências lentas. As narrativas ambientais são um determinado tipo de prática que se desenvolve na relação entre histórias e territórios materiais, paisagens locais, ou seja, reconhecendo sempre como estas histórias estão imbricadas a vida e as visões das populações locais, os aspectos contextuais. Por outro lado, as narrativas ambientais se desenvolvem por meio de uma diversidade de mídias. Neste projeto, as narrativas, se consolidarão nos formatos de rádio/podcasts, TV e plataformas de mídias sociais, extrapolando, por conseguinte os limites da comunidade, fazendo emergir histórias e visibilidades para as questões socioambientais da favela da Rocinha para o Mundo e do Mundo para a Rocinha.

Objetivos

  • Promover serviços de comunicação e informação de qualidade e ligados aos interesses específicos dos moradores da favela da Rocinha
  • Promover a educação ambiental popular junto aos jovens da Rocinha
  • Produzir uma Rádio TV Portal Web que distribua conteúdos nos formatos de rádio/podcasts, lives e vídeos no YouTube
  • Capacitar jovens da Rocinha, por meio da educação ambiental e popular, em estudos de mídia e produção de conteúdo para rádio, TV e plataformas de mídia social
  • Ser um ponto de articulação e formação de rede da juventude de comunidades favelizadas no Rio de Janeiro
  • Contribuir com a prevenção e mitigação de violências lentas, por meio da produção e divulgação de narrativas ambientais enraizadas na Rocinha que dialoguem com o Mundo
  • Apoiar a partir da produção de conteúdos midiáticos a formação de brigadistas socorristas, defesa civil comunitária e agente ambiental comunitário visando prioritariamente à preservação do Parque Ecológico da Rocinha e a conservação do meio ambiente.

Público

Beneficiários Diretos – O projeto tem como público beneficiário direto os moradores da Rocinha e, especificamente, os jovens moradores da Rocinha com idade entre 16 e 21 anos. Pretende-se impactar a vida dos jovens por meio de cursos de formação e capacitação, a partir da perspectiva da educação ambiental popular, em áreas correlatas à comunicação, como rádio, TV e programas de edição e imagem, que possam abrir portas no mercado de trabalho. Além de apoiar cursos de agentes comunitários ligados às temáticas ambientais, ou seja, a Rádio TV Web Rocinha se coloca como um lugar que proporciona conhecimentos que podem ser aplicados na própria comunidade e que beneficiam o meio ambiente.

Beneficiários Indiretos – A meta do projeto é ser um serviço de comunicação potente e de qualidade enraizado na favela da Rocinha, entretanto as atividades relacionadas com o projeto irão contribuir também para melhoria das condições de vida de comunidades vizinhas e favelas do estado do Rio de Janeiro como um todo. Acrescenta-se que um dos focos prioritários do projeto é a produção de conteúdos para serem distribuídos na internet e nesse sentido tem potencial para alcançarem o mundo contribuindo para uma nova visão da sociedade e a formação de novas lideranças comunitárias.

As atividades ocorrerão na quadra esportiva da escola, a princípio, pois na quadra, em virtude das medidas de proteção por conta da pandemia existe a possibilidade de distanciamento de 1,0 metro entre cada um dos presentes, fácil demarcação do chão e afins. Também, utilizaremos o espaço físico da sede da ONG parceira, Centro Educação Cultural da Rocinha-CSECR para as “rodas de contação de histórias” com capacidade total para 40 pessoas (durante a pandemia, acomodamos por segurança, apenas 15 pessoas) e a cozinha do Centro de Referência de Assistência Social Rinaldo Delamare, onde se dará a Oficina de Alimentação Sustentável.

A “contação de história” quando for expandida para as outras escolas da Rocinha será transferida para o anfiteatro. Selecionaremos jovens que se destacarem para serem integrantes da equipe de multiplicadores, como “Juventude Multiplicadora de Destaque”, onde esses adolescentes contarão a história que aprenderão para crianças e jovens de outras escolas e projetos sociais. Neste processo, contaremos com o apoio do Movimento Negro Unificado – RJ, para que as histórias e as oficinas realizadas sejam totalmente fiéis ao conteúdo e à memória preta.

Compõe a nossa equipe, profissionais de diversas áreas do conhecimento, a saber, Geógrafo, Assistente Social, Advogado, Professor de artes marciais, Analista Técnico, majoritariamente, pretos e prontos para o início dos trabalhos.

1. Do material necessário

Em razão da pandemia precisaremos fazer aquisição de material EPI e EPC (máscaras, luvas descartáveis, álcool gel a 70%, sabonetes, detergentes, face shield, termômetro digital e dispencers).

Para a realização da Oficina de Alimentação Sustentável precisaremos comprar alimentos frescos (verduras, legumes e frutas). Para as demais oficinas serão necessários instrumentos de percussão e insumos para a renovação de material do Bloco Coração das Crianças, máquinas filmadora e fotográfica para o registro das oficinas, as quais serão objeto de um pequeno documentário, a ser produzido pelos atendidos por esta iniciativa, uniforme (camisa) e crachá de identificação para a equipe de trabalho e planos de internet para a ONG parceira Centro educação cultural da Rocinha-CSECR e os quatro membros gestores do Projeto OTI.

2. Do resultado esperado

Esperamos com o Projeto OTI, que a memória preta da comunidade da Rocinha seja trazida à luz; queremos mostrar para as crianças e jovens locais que há representatividade do povo preto e motivo para se orgulharem; acreditamos na construção de uma nova narrativa para as crianças e jovens da comunidade, que ao perceberem que no passado havia possíveis ancestrais delas nesse território, contribuindo para a formação de uma identidade local elas vislumbrem um futuro como lideranças, pessoas influentes, seja na ciência, esporte, cultura, política ou no que elas quiserem.

Crianças e adolescentes sonhando com o futuro a partir do reconhecimento da sua própria identidade, por meio de histórias reais e transformadoras. Exemplo: saber da história edos feitos de André Rebouças, engenheiro, que projetou o abastecimento de água da Cidade do Rio de Janeiro e várias obras como as Fortalezas de Santos e do Paraná, pode motivá-los a serem engenheiros também.

Equipe inicial prevista

O projeto será realizado na escala macro pelo Coletivo “Juntos Somos Fortes” apoiados e somados a outros atores do Projeto Pertencer. E na escala micro por atores envolvidos na área técnica, como profissionais de tecnologia da informação, que darão suporte na instalação, desenvolvimento, manutenção e atualização dos equipamentos, plataformas e programas utilizados. Assim como, atores que estarão presentes na realização dos cursos livres, como coordenadores, facilitadores e monitores. E por fim, mas não menos importante, os atores que estarão envolvidos na realização das transmissões da rádio e da TV online, como administradores, pesquisadores, designers, locutores e entrevistadores.

Coordenação Executiva

Atividades previstas: responsável pela gestão e administração do projeto.

Facilitador(a) de Produção de Conteúdo para Rádio 

Atividades previstas: responsável pelo desenvolvimento de conteúdos pedagógicos/didáticos e de facilitar oficinas de produção de conteúdo para rádio.

Facilitador(a) de Produção de Conteúdo para Web TV. 

Atividades previstas: responsável pelo desenvolvimento de conteúdos pedagógicos/didáticos e de facilitar oficinas de produção de roteiros e conteúdos para Web Tv.

Facilitador(a) de Tecnologia da Informação e Plataformas de Mídia Social 

Atividades previstas: responsável pelo desenvolvimento de conteúdos pedagógicos/didáticos e de facilitar oficinas relacionadas à conhecimentos em tecnologia da informação e plataformas de mídia social.

Assistente Social ou Articulador(a) Comunitário. 

Atividades previstas: responsável pelo engajamento comunitário e diagnosticar problemas sociais que possam vir a impedir indivíduos e grupos (público) de participarem positivamente do projeto.

Pesquisador(a)

Atividades previstas: responsável por pesquisar e traduzir os interesses, questões e notícias da Rocinha e narrativas ambientais.

Pesquisador(a)de Defesa Civil

Atividades previstas: responsável por pesquisar e mapear os diversos riscos, violências lentas e vulnerabilidades, assim como acompanhar dados do Sistema de Alerta e Alarme e outros dados da Defesa Civil.

Analista de mídias

Atividades previstas: responsável pelo gerenciamento das plataformas de mídias sociais.

Jornalista / Comunicólogo

Atividades previstas: responsável pelo levantamento de pautas e de conteúdos da rádio TV Web.

Locutor(a)

Atividades previstas: responsável por fazer uma “ponte” entre as informações e o público.

Designer

Atividades previstas: responsável por desenvolver e manter a identidade visual do projeto.

Responsável de TI

Atividades previstas: responsável pela administração dos sites e questões técnicas.

Monitores

Atividades previstas: responsáveis pela assistência do projeto, realizando atividades de suporte aos facilitadores.

Proponentes

Antonio (Xaolin) Ferreira de Mello

69 anos, nascido e criado na favela da Rocinha. Especialista em Planejamento e Urbanismo pelo IPPUR/UFRJ; foi presidente da Associação de Moradores da Rocinha e é líder comunitário atuante na Rocinha. Desde sua juventude participa de lutas e conquistas para a favela da Rocinha. Já no final dos anos 60 e início dos anos 70 lutava para evitar que a Rocinha fosse removida e seus habitantes fossem transferidos pelo poder público estadual para regiões distantes da Cidade, com sua força policial, longe de empregos e escolas. A partir de então participou ativamente de diversas iniciativas, como mutirões de urbanização, água tratada nas torneiras e luz elétrica nas casas. Criou o Movimento Bate Balde, que conquistou água potável para os moradores da Rocinha. Participou do Movimento pela Saúde, que propiciou a instalação de um posto de saúde, no início dos anos 80. Xaolin, há mais de 50 anos, integra movimentos de resistência do povo da Rocinha, por mais saneamento, mais saúde, mais creches, mais escolas, quadras esportivas e transporte público digno.

Milena Zainotte Magalhães

27 anos, formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ. Durante a graduação atuou em pesquisas sobre riscos e vulnerabilidades socioambientais em favelas do Rio de Janeiro, principalmente as que receberam o programa de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), realizando pesquisas de campo como meio de levantar dados mais concretos referentes ao tema. Estagiou no Plano Diretor Ambiental e Paisagístico da Cidade Universitária (PDAP) e atualmente é mestranda do Programa de Pós-graduação em Arquitetura da PUC-Rio, onde integra pesquisas sobre lideranças e ações comunitárias na favela da Rocinha.

Rosemary da Silva Freitas Tavares

49 anos, cria da Rocinha, formada em guia de turismo nacional. Desde os 7 anos participa ativamente das manifestações culturais na comunidade, quando teve a ocasião de ser passista dos Acadêmicos da Rocinha e em outras festividades. Participa de projetos comunitários e ajudas humanitárias, como o “Rocinha.org ingressos” há mais de 10 anos. Atualmente, atua no CCDC, com isenção de documentos. É uma pessoa super eclética. Sua grande inspiração é a sua mãe que trabalhou mais de 30 anos pela comunidade da Rocinha e hoje encontra-se aposentada.

Localização

O projeto será realizado na Favela da Rocinha, usando espaço físicos de parceiros, como: Centro de Referência de Assistência Social Rinaldo Delamare, duas salas de reunião, no 12 o andar_ Adolescentro; CIEP, Ayrton Senna da Silva; Escola municipal Francisco de Paula Brito, Biblioteca Parque C4 da Rocinha e Parque Ecológico da Rocinha.